sábado, 21 de fevereiro de 2015

Uma mala cheia de laranjas





    Ahhh, que vontade de pegar nas laranjas e partir à descoberta. A mala de viagem grande e preta, que carrega as roupas lavadas ao Domingo e as roupas sujas à Quinta-Feira, aquela que já viajou tanto e que nunca me deixou mal. Que sempre me acompanhou. Aquela que leva as laranjas podres e as laranjas boas, bonitas e maduras. Apetece-me pegar nela, vazia, ir por aí à descoberta de novas laranjas. Preciso de sumo no copo, preciso do copo cheio de sumo de laranja, preciso do copo cheio de tudo. Aqui os caminhos são os mesmos, as laranjas da faculdade são amargas, passam despercebidas aos olhos de todos - menos aos meus, desconfio. Aqui me habituei a contemplá-las e a achar que estou, por meros momentos, no campo. Aqui é belo, mas é igual todos os dias. Aqui aprendi a colher o melhor e o pior. Aqui cresço todos os dias. Mas aqui tudo é igual. A mala de viagem, grande e preta, já reclama por novos caminhos, por novas laranjas. Por novo sumo, também para ela. 
Aqui sou feliz, aqui tenho limoeiros à porta de casa e laranjeiras na faculdade. Aqui quero ficar...mas mal posso esperar por ir. 

Ana Marisa 

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Felizes são aqueles que comem laranjas





    Feliz dia das metades. Ou será das inteiras? Ou aos gomos?
Não sei bem ao certo o que será...as laranjas demoram algum tempo a ficarem boas de comer. Às vezes apanhamo-las da árvore e achamos que podemos logo comer, mas não. Às vezes é preciso aguardar uns tempos, deixar ganhar côr, forma e feitio. Às vezes achamos que esta metade é a certa, ou que é aquela acolá...experimentamos e até parecem condizer - em côr condizem sempre. Às vezes o timing é que é errado e não a laranja. Às vezes temos que aguardar uns tempos, deixar ganhar côr, forma e feitio. Às vezes. Quase todas as vezes. Parece simples falar de laranjas, falar de amor. Não é. Às vezes estamos no pomar certo, na laranjeira certa, à hora certa, no ramo exato. Às vezes achamos que não; Às vezes as folhas tapam-nos os olhos. Oh...às vezes. 
    Feliz dia catorze. Feliz dia de comer laranjas, de saborear cada gomo, cada sensação, cada pedacinho de sumo. Feliz dia de descascar as laranjas com calma, fazer o relógio parar, ficar com as mãos a cheirar bem - eu gosto do cheiro da laranja. Feliz dia catorze, dia que deve ser todos os dias. 

Vamos descascar umas tangerinas à beira mar, saborear a brisa e ser felizes.

Ana Marisa 

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Dá-me só mais um gomo





    Olho pra baixo, vejo que estás aí bem debaixo do meu nariz e que és a melhor laranja da fruteira neste momento. Penso baixinho "será que posso roubar aquela ali?". Roubo. Olho para ela, vejo-lhe os jeitos e as manias. A côr, as rugas, as manchas. Parece-me bem. São marcas do tempo - também as tenho. Depois deste namoro todo à pobre da laranja, guardo-a no bolso. Namoro-a mais um bocado. Talvez seja demais. Tiro-a do bolso, furo-a com as unhas - não é que tenha unhas grandes, mas a força de vontade de comer a laranja, ajuda. Começo a descasca-la devagar. Tenho medo, quero aproveita-la inteira, contemplá-la só mais um pouco. Ela não se importa que eu a descasque, que a dispa. Só às vezes. Devagar. Descasco mais um bocado. Não me importo de não a comer hoje. Devagar. Um gomo de cada vez - como fiz com as cascas. Um gomo à beira mar, outro ao jantar, outro na ida para a faculdade. Um hoje, outro amanhã...quem sabe. 

Não gosto das laranjas pela metade, gosto delas aos gomos.

Ana Marisa

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Laranja, minha querida laranja





    Às vezes andamos com as laranjas todas trocadas...- faz parte, também. Umas vezes fazemos sumo de umas porque têm muitos caroços, porque são amargas, porque simplesmente são feias e não as queremos na nossa fruteira. Às vezes escolhemos as melhores - às vezes porque nem sempre o fazemos. Muitas vezes andamos aí com as piores laranjas que existem e nem reparamos. Ou porque são lindas por fora e amargas e com caroços por dentro, ou porque simplesmente são do supermercado da esquina - ou hipermercado...talvez as do supermercado até sejam boas.
   Bem, o que quero dizer é que nem sempre vemos as boas laranjas. Nem sempre estamos atentos a elas - elas andam por aí - e andamos com as piores nos bolsos, ou até mesmo na cabeça. É tudo uma questão de perspectiva...aprender a valorizar as laranjinhas, saber escolher, aproveitar o sumo e ser feliz. 



Ana Marisa 

domingo, 25 de janeiro de 2015

Descobri que gosto de clementinas




    Pode ler-se que sou uma totó. Tenho duas laranjeiras no quintal, uma tangerineira, uma clementineira e outra que dá tângeras (a minha mãe chama-lhes assim mas não sei bem o que são, nunca percebi). Pois eu achava que gostava mais de tangerinas e estava enganada. Também descobri, numa ida ao quintal, que as clementinas até são boas e não têm assim tantos caroços. Parecia uma miúda de cinco anos - de cesto de vime no braço, a correr para as árvores e a apanhar fruta. 
    Uma laranja daqui - Apanha a outra que essa ainda está verde, diz a mãe - outra laranja da outra árvore, passo pela figueira, pelo pessegueiro e pela pereira e apanho mais uma data de tangerinas acolá - Olha essas no chão, estão boas! Continua a minha mãe - umas clementinas mais a frente e fica o cesto cheio. 
    O sol decidiu aparecer e sentei-me no chão de cimento com a minha mãe - ela sentada no degrau, para ficar mais alta. Lambusamo-nos de tangerinas, laranjas, clementinas e tângeras enquanto ela me tentava explicar que eram todas diferentes e umas melhores que outras, no entanto devíamos estar felizes por terem caroços porque nada é perfeito, nem mesmo as laranjas. Consigo ouvir a máquina de fazer sumo da vizinha a trabalhar - ela também tem muitas laranjas. 

Deu-se uma incrível viagem ao passado. Mais para a minha mãe que para mim, aposto. 


Ana Marisa 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Laranjas ao vento




    Tinha deixado crescer o cabelo...os caracóis tinham voltado e com eles os nós - como os caroços das laranjas, que incomodam. Havia a vontade de concretizar cada sonho que tinha em mente. Sentada à beira mar - numa rocha onde já batia a àgua - comecei a descascar uma tangerina que tinha no bolso. (Encontro tudo e mais alguma coisa nos bolsos)
    Comecei a pensar no que queria, no que não queria, no que tinha e no que gostava de ter. Os cabelos, já grandes e com caracóis, esvoaçavam com a brisa do mar. Cada casca que punha no regaço era o equivalente a um pensamento: 3 filhos, uma casa perto da praia, fotografar todos os dias, perder-me no tempo e apanhar uma dor de barriga a comer laranjas (...)
    Cuspi os caroços para a areia, apanhei as cascas da tangerina e deixei-as no bolso - mais tarde espero lembrar-me que estão lá. Peguei nas minhas coisas e fui caminhar pela beira mar, a chapinhar na água - como quando era criança. Apanhei conchas, paus e penas das gaivotas. O sol já se estava a pôr, sacudi os pés, calcei os sapatos e voltei para a estação. Era hora de voltar para casa. 

Eu era uma laranja feliz todos os dias, assim.

Ana Marisa

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Laranjas aos trambolhões




    Há pessoas que andam sempre a olhar para cima, a ver o céu, a ver as laranjeiras, as chaminés das casas - não é muito bonito de se ver, agora estão pretas por causa do fumo.  Gosto dessas pessoas que têm coragem de olhar para cima porque estão sujeitas a levar com uma laranja no nariz a qualquer momento. Ou com duas, quem sabe. Ou com nenhuma... - as laranjas são tramadas - por estarem sempre tão atentas. 
    Também há pessoas que andam sempre a olhar para baixo, de nariz quase no queixo. Secalhar é para ver os sapatos das outras pessoas. Eu gosto muito de sapatos mas gosto mais de laranjas. Também gosto dessas pessoas. Elas normalmente só conseguem ver laranjas podres que já caíram com a chuva, com o vento, ou simplesmente porque caíram. Mas essas pessoas também podem ser as primeiras a apanhá-las e aproveitá-las (as pessoas que levam com elas no nariz ficam imobilizadas por uns instantes).
    Olhem e depois há aquelas pessoas como eu, que andam sempre a olhar para cima, para baixo e para o lado. Normalmente andam sempre com as laranjas aos trambolhões pelas mãos - meio palhaças do circo e tentar fazer acrobacias. Não é mau, também gosto dessas pessoas. Nem tanto ao mar nem tanto à terra, o equilíbrio entre o cima e baixo, o verde e o laranja demais. As pessoas atentas, que dão a volta à laranja. 

É tudo uma questão de perspectiva. 

Ana Marisa 

domingo, 18 de janeiro de 2015

Um amor e uma laranja




    Planeio tudo: listas, post-its, notas no computador, lembretes no telemóvel, papéis no frigorífico e no espelho. As clementinas são para o sumo, as tangerinas e as laranjas são para comer. Quando me farto faço sumo delas também. Ou um bolo, uma torta, ou mesmo compota. Planeio saboreá-las destas formas todas, mas às vezes mudo os planos.
    Quando chegar a laranja certa também planeio que a coisa saia furada. E que saia bem, que seja uma coisa feliz. Olhá-la na árvore, ainda verde, alta e intocável - quer dizer...por enquanto. Comtemplá-la com todo o amor do mundo. Esperar que fique madura, - bem laranjinha, como eu gosto - que fique grande, que tenha filhos, que seja doce e que não tenha muitos caroços. 
    Os planos vão sair furados, eu espero. Acho que vou aprender a gostar de clementinas, se assim for. Porque gostar de laranjas é isso mesmo. Aceitar se forem boas e doces ou fazer sumo com elas se forem amargas e com caroços. 

A minha metade é meio desajeitada, mas tem muitos filhos docinhos.

Ana Marisa 

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Uma mão cheia de laranjas





    Há laranjas, clementinas, tangerinas e mais umas quantas espécies que eu não faço ideia que existem. Estas estão sempre pela minha fruteira, ao pé das maçãs e das bananas, misturadas com as pêras e com os kiwis. 
   Umas são azedas, outras são doces. Umas são pequenas, outras grandes e outras médias. Há muitas assim no meu dia-a-dia. Passo a vida a tentar perceber se são laranjas, clementinas ou tangerinas. Eu cá não gosto de clementinas e acho as laranjas mais interessantes - porque têm "filhos". Quando vou na rua penso sempre "que giro, será laranja, tangerina ou clementina?" e fico nisto até desviar o olhar. Às vezes acontece passar a "vida toda" a tentar descobrir - umas vezes chego a uma conclusão, outras nem por isso. Umas vezes quero provar, outras apenas observar. Cheirar, quem sabe. 
    Gosto de laranjas mas não gosto assim tanto de cor de laranja. Gosto de ver o laranja nas laranjas e nas tangerinas, mas não em muitas mais coisas. Gosto mais de laranjas que de pessoas - e essas são bem escolhidas para a minha "fruteira". 

Para laranja, laranja e meia. 

Ana Marisa 

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Laranjas de ano novo




    Estava aqui a descascar um Ferrero Rocher, como quem descasca uma laranja, e a pensar que às vezes também me descasco. Ou me descascam. Às vezes sinto-me nua, descascada - como uma laranja prestes a ser comida. E com este frio, acreditem que me sinto mesmo nua, apesar de toda a roupa e todas as mantas que me envolvem.
    Troquei as laranjas - por momentos - e deixei-me levar pelo chá de frutos silvestres (que nem sabia bem quais eram). O quente a queimar-me as mãos fez-me pensar em todas as coisas que estavam acontecer a minha volta. Chega a uma altura em que pensamos muito nas coisas, não é? Acho que sempre fui assim. Entrei neste ano cheia de ideias e com vontade de as pôr em prática e depois ficar feliz com os resultados. Espero que este ano arrume as laranjas, direitinhas. E que a minha árvore as torne mais docinhas. Vá, só as vezes. Assim como os Ferrero Rocher.

As laranjas não têm que fazer sempre sentido, nem eu. Nem ninguém.

#JeSuisCharlie
Ana Marisa

sábado, 29 de novembro de 2014

Cada laranja tem a sua metade





   A vida é feita de laranjas cortadas ao meio. Uma metade aqui e outra acolá - bem longe, quase sempre...achamos nós. Na verdade eu acho que as laranjas andam todas trocadas e que perdemos algum tempo a encontrar a nossa metade. Demora, mas eu acho que a encontramos, no meio daquelas  metades de laranja todas. A outra metade da nossa laranja é aquela que é igual a nós e que ao mesmo tempo nos completa e nos faz o que é suposto: sermos uma laranja inteira, unida, forte e bonita. Acho um amor irmos fazendo sumo com as metades que não encaixam...tem mesmo que ser assim. Deitar as cascas fora e aproveitar o sumo. Quando encontrarmos a nossa metade, a certa, eu tenho a certeza que não será precisa cola super três para juntar os gomos, os caroços, o sumo...será apenas isto: duas metades perdidas que se encontram, se juntam (gomos, caroços, sumo), se bebem. Devagar, de preferência. Porque a laranja inteira deve ser bem saboreada e bem aproveitada. 

  Se encontrarem a metade da vossa laranja não deixem que alguém faça sumo dela. 


Ana Marisa 

domingo, 16 de novembro de 2014

Larajas um tanto ao quanto trocadas





     Olho para o relógio e conto os minutos que faltam para serem X horas e penso no que estará acontecer do outro lado, a essa hora. Aqui deste lado toma-se chá e come-se rosegones. Não quero pensar nas laranjas de amanhã, vivo o sumo que cada uma me dá no presente. Amargo ou não. Mas dou por mim a pensar muito em como será estar na grande capital, presa no trânsito ou toda enlatada no metro - como a outra laranja deve estar. Eu aqui pela pequena cidade safo-me bem. A pé, principalmente. E gosto de ver as laranjeiras da faculdade - coisa que não deve haver aí (laranjeiras em faculdades, claro). As laranjas estão sempre no chão, tal é o entusiasmo do sítio. Mas aqui vive-se bem. Claro que se viveria melhor se as laranjas estivessem ordenadas e juntas - essencialmente juntas. Mas é assim, fora de laranjadas, nem sempre podemos ter quem gostamos por perto. Às vezes resta-nos imaginar como seria. O quão diferente e bom seria. Às vezes até me esqueço que não íamos tomar chá nem café juntos - já que não gostas destas 2 maravilhas - mas podíamos comer bolo de laranja, com calda. Daqueles que eu faço para os momentos importantes. Sem mel...

Ana Marisa 

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Laranjada de quinta feira 13





    Ir de mala de viagem no autocarro é sempre uma tarefa complicada e muito chata. Lá entro eu, toda carregada: mochila às costas qual turista, mala de viagem atrás, chapéu de chuva, carteira, bilhete de autocarro e telemóvel na mão. O motorista arranca num piscar de olhos. Procuro rapidamente um lugar onde possa "arrumar" todas aquelas tralhas que enumerei e disfrutar do 1,60€ que paguei por meia dúzia de paragens até à Estação Nova. Uma senhora gentilmente sorri para mim e até me ajuda com a mala de viagem que, por ter rodas, quase ia viajando mais que eu no corredor do autocarro. Contou-me que ia para a Universidade Sénior e quis saber, subtilmente, se eu ia de fim de semana e em que curso andava. Entre 2 paragens lá lhe contei umas coisinhas e ela a mim e já na paragem em que ela ia sair, deseja-me imensas felicidades e faz-me sorrir de orelha a orelha. Mais tarde entra uma mãe com o filho ao colo a chorar desalmadamente e a comer tangerinas. Uma mão cheia com um bocado de tangerina já mordido e a outra com um carrinho de brincar. A tangerina devia ser amarga...a única forma que o miúdo teve de sossegar foi brincar com a campainha do autocarro. Paramos em todas as paragens....o motorista bufa, revira os olhos e até soa. Eu só me consegui rir e sorrir para o miúdo.

    Tão bom comer tangerinas e irritar os motoristas dos autocarros. Também gosto de desafiar os mal humorados.  

Ana Marisa 

domingo, 2 de novembro de 2014

Laranjas de Domingo



     Teimo comigo mesma que as metades da laranja têm que ser iguais. Que a casca tem que ter a mesma tonalidade, sem rugas, sem relevo nenhum. Crio na minha cabeça a laranja perfeita por fora e por dentro e uso essa imagem comigo mesma. Não há laranjas perfeitas...nem Anas perfeitas. Nem Manéis, nem Zés, nem Ritas. Agarro-me à ideia de ser melhor, de não desiludir, de querer sempre limar as minhas laranjas, de as pôr a brilhar, sem rugas nem relevo. E com um sumo docinho. Dá trabalho, dá lágrimas - assim como quando cortamos cebolas - e dá apertos. Dá vazio. Mas também dá coisas boas e fora do comum. Encher o coração aos outros pode ser gratificante e incrível até certo ponto. Dá-nos um carinho grande fazermos o bem pelo outro, mas também nos pode deixar sem sumo - às vezes as laranjas secam e temos que ir buscar mais à laranjeira. Ainda bem que tenho laranja no nome. 
     Gostava de ter só boas laranjas para dar a comer aos outros; Esforço-me muito para isso, mas nem sempre é possível. Modestia à parte, as minhas laranjas são sempre boas mas às vezes falta quem as descasque, quem as cuide, quem as valorize como deve ser. Assim para elas ficarem maduras e boas p'ra comer. 


Ana Marisa

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

As últimas laranjas das férias


    As fotografias das férias estão acabar e também não tenho laranjas em casa, o que me deixa muito chateada porque eu queria fazer sumo. Acho que vou roubar. Peripécias do meu quotidiano à parte, deixo-vos aqui mais umas imagens tiradas por mim durante as minhas férias de verão. Estas são de Porto Côvo, o meu sítio preferido de sempre e para sempre. O lugar onde me sinto feliz. De São Torpes, Sines e Alcobaça e também da Praia da Rocha e dos 3 Castelos. Tinha muitas mais mas não as posso mostrar todas aqui, ia ser chato. Beijocas e até ao próximo post. Que, adianto, vai ser sobre uma cidade que a-do-ro e vou visitar nos próximos dias! 

Porto Côvo










São Torpes






Sines




Alcobaça












Praia da Rocha/ 3 Castelos









Ana Marisa

sábado, 6 de setembro de 2014

Laranjas em Setúbal




















Dou voltas à cabeça quando me lembro das recordações que trago das férias e acho que Setúbal é mesmo a cidade de eleição. Adorei conhecer mais um pouco desta cidade. Não foi como gostaria mas sempre foi melhor que uma simples passagem, como nos outros anos, para Tróia. Setúbal é mesmo um mundo dentro de outro mundo. Tive imensa pena de não provar o choco frito, mas fica para outra visita. Almocei em forma de piquenique num jardim lindo, que podem ver em cima. Adorei o mercado do Livramento e os painéis de azulejos antigos que tinha. Além de lindíssimo é muito bem organizado e completo. Recomendo mesmo uma visita a esta cidade. Espero voltar em breve! 

Ana Marisa